Atravesso Camden num dia de sol e invejo todas as pessoas sentadas perto da água, de copo na mão, à espera da fotografia perfeita para um dia de liberdade. Paro perto de um túnel, debaixo de um viaduto, para ver um barco passar, naquele vagar aquático das águas paradas. Há de chegar o dia em que paro mesmo, durante uma ou duas horas, para fazer exatamente a mesma coisa, e passar para o outro lado da liberdade. Por enquanto sou apenas um passageiro, sem a palavra certa para fazer um desvio e encontrar melhor lugar junto aos rebeldes dos escritórios.
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