13.1.19
UNO, dos, três.
Um dos clássicos que me escapou no natal, não me escapou de uma ida ocasional à Oxfam de Kensington: o UNO. Não tive um quando era pequeno e só me lembro de alguma vez o ter jogado nos tempos da faculdade em Coimbra. Foi um dos jogos pela noite dentro em noites que não se ia para lado nenhum. Assim sendo, só tive de o comprar (pela módica quantia usada de £2, dando o meu modesto contributo para a caridade, em vez da Amazon) e relembrar as instruções no caminho de autocarro para casa. O Piruças apreendeu-o depressa (é bom para a idade dele) no dia seguinte e hoje passamos um bom bocado na jogatina no pub da esquina. Ele ainda não faz raciocínios estratégicos para ganhar, mas percebe bem as regras e o que as cartas representam. Gosta de ganhar, mas também sabe perder apesar de não gostar (quem gosta?)
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