Michaela Melián poderia ser uma Nico. Tem pelo menos a voz e uma aura capaz de fazer Manifesto, original dos Roxy Music, lembrar os traços da femme fatale dos anos 60. Melián é também alemã, de Munchen, e nela existe todo um legado do melhor deixado por pioneiros do krautrock, da proto-electrónica e da música ambiente. Ao mesmo tempo que revisita esses espaços, ela constrói neste disco toda uma estrutura sonora que vive o presente (leia-se “presente”, 2007) das tendências musicais e o projecta para uma possibilidade no contexto artístico de bandas-sonoras citadinas. Ao ouvir Los Angeles, percebe-se que existe um largo traço que atravessa diferentes formatos, sejam esses formatos o resultado da obra da artista multimédia, ou o apurar de conceitos dos F.S.K. com os quais Melián toca baixo e violoncelo. É assim, algures entre a instalação artística contemporânea e a Neue Deutsche Welle dos F.S.K., que temos de entender estas incursões musicais de Michaela Melián.
8.9.15
Alternaive: Michaela Mélian - Los Angeles (2007)
Michaela Melián poderia ser uma Nico. Tem pelo menos a voz e uma aura capaz de fazer Manifesto, original dos Roxy Music, lembrar os traços da femme fatale dos anos 60. Melián é também alemã, de Munchen, e nela existe todo um legado do melhor deixado por pioneiros do krautrock, da proto-electrónica e da música ambiente. Ao mesmo tempo que revisita esses espaços, ela constrói neste disco toda uma estrutura sonora que vive o presente (leia-se “presente”, 2007) das tendências musicais e o projecta para uma possibilidade no contexto artístico de bandas-sonoras citadinas. Ao ouvir Los Angeles, percebe-se que existe um largo traço que atravessa diferentes formatos, sejam esses formatos o resultado da obra da artista multimédia, ou o apurar de conceitos dos F.S.K. com os quais Melián toca baixo e violoncelo. É assim, algures entre a instalação artística contemporânea e a Neue Deutsche Welle dos F.S.K., que temos de entender estas incursões musicais de Michaela Melián.
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