25.5.19
Fim-de-semana prolongado com um feriado
Acordamos às seis da manhã, hora prevista de chegada aos nossos fins-de-semana. Já não me importo. Sei que pouco me adianta ficar stressado com isso. Abro os olhos, levanto-me, preparo o pequeno-almoço para mim e para o Piruças (a Dona Júlia, nome artístico DJ, fica na cama mais uma hora ou duas a ver se engana o sono) e começo a tentar perceber o que tenho para fazer de importante antes de programar a rotina do dia. Quando dou por mim, já estamos no parque junto ao Waitrose express. O Piruças está descalço na areia, está calor, manga-curta, e o parque é só para ele. A esta hora (dez e pouco) não há ninguém. Acredito que a maioria tenha acordado às nove, nove e pouco, e esteja agora na hora do pequeno-almoço ou a começar a ver bonecos. Nós já passamos isso tudo. Já podemos pôr um tick na checkbox do dia. Depois disto vamos à biblioteca, vamos tomar um café e fazer algumas compras básicas e vamos ver o que vamos fazer na parte da tarde. Por enquanto, fico aqui num acto de resistência a dizer ao Piruças que ele tem de se habituar a brincar sozinho para nos dar algum espaço, nem que seja só espaço para ficar a olhar para ele, porque enquanto olhamos para ele observamos o mundo, pensamos no futuro e descansamos aquela parte do cérebro que nos equilibra.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário