Páginas

4.1.16

À procura dos lugares

Foram cerca de 15 minutos na Camden Arts Center, uma galeria que fica a cerca de 20 minutos a pé da nossa casa. Creio que vai ser o meu novo santuário de fim-de-semana. Tem uma livraria (mesmo à entrada), um café e um jardim no rés-do-chão. No primeiro andar tem duas ou três salas de exposição. De uma das janelas consigo ver a antiga casa do C, onde eu parava algumas vezes a caminho de casa do trabalho, para ensaiar. Foram bons tempos em que ensaiávamos meia dúzia de músicas para irmos tocar a Espanha. E fomos. Eu tocava baixo. A casa parece estar agora desabitada. Numa das janelas vê-se o vazio.
Na galeria havia uma exposição de Florian Roithmayr e outra de Rose English. Pela primeira vez em muitos anos sinto vontade de parar para ver, de visitar e revisitar, de tirar apontamentos e de ler algo mais sobre os artistas, mesmo que não me digam muito. A Rose English tinha objectos mais interessantes. Tinha uns textos e umas imagens num quarto escuro com uma iluminação precisa e música. Os textos falavam sobre música. Noutra sala tinha um tríptico em vídeo com asiáticas em malabarismos de circo.
Vi ainda uma interessante série de livros na livraria (adoro a livraria, mesmo à entrada) de uma editora chamada Zone Books. Estavam com 20% de desconto e provavelmente o que fala de ruído vai ser meu um dia destes, porque conto lá voltar todos os fins-de-semana e pagar-lhes o livre acesso com uma compra ou outra.
Ah, e parece que ao domingo têm workshops para crianças com entrada livre...

Sem comentários:

Enviar um comentário