31.8.18
1+1=2?
Uma pinta comichosa no antebraço ontem, um rastejante na trap hoje. Este é um desafio para qualquer um: uma coisa muito mais pequena, do tamanho de uma semente de chia, de cor clara e de camuflagem perfeita quer numa carpete, quer no próprio corpo - eu diria que é mesmo da cor da pele. Ficou preso na mesma trap (#1) onde tinha ficado preso o outro (#3) que desta vez ficou à entrada do nosso quarto entre a porta entreaberta e a cómoda. A primeira hipótese que se coloca é o de ele vir de fora do quarto, da mesma forma que vinha o outro, pois não faz muito sentido eles andarem pelas entradas se não tivessem de andar de uma divisão para a outra. A questão que se coloca é se ele vinha a entrar ou a sair e porque raio ele ia a entrar ou sair (há também a possibilidade de ele já ter ficado colado ontem e de eu não ter reparado). A verdade é que ele é impossível de ver e eu ontem à noite deitei algum spray no chão e ele poderia estar a tentar esconder-se. Eu creio que ele já tinha alguma coisa no papo porque dá para distinguir nele uma pinta preta. Ele é tão minúsculo, tão fácil de passar despercebido que só mesmo com uma lupa é que dá para ver bem o que é. E, de facto, só se vê muito ao perto porque está colado. Uma outra questão que se coloca é se ele é o mesmo que me picou na noite passada. O raciocínio mais básico leva-nos a pensar nestas ligações directas, mas como eu sou o único que tem reações na derme não podemos dizer que foi este mesmo. As limpezas e pulverizações continuam amanhã. Por este andar, dada a invisibilidade dos rastejantes, é quase certo ter de marcar um tratamento por profissionais.
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