29.7.18
O bicho-fantasma
Encontrados os vestígios do bicho invisível e acendido o primeiro rastilho, escreve-se os pontos filtrais de energia para o fim do primeiro mês: uma nova cama, uma nova máquina de fazer barulho, um insecticida mortífero, e uma paciência de cão para observar todas as marcas, pretas e brancas, uma armadilha para apanhar coisas invisíveis e fantasmas. Por enquanto fico no andar de baixo, à espera do dia certo. É o calor que provoca este universo silencioso que nos atravessa o corpo de um lado ao outro. É uma sensação estranha de estar só e mal acompanhado. Tudo porque há uma janela que se abre e um corpo que se põe a jeito.
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