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2.12.15

Pouca-terra, pouca-terra (literalmente)

A viagem de comboio é agora tão curta que nem dá para ler duas ou três páginas de um livro. Em quinze minutos dá para espreitar o e-mail, a primeira página do jornal e pouco mais. Tudo agora é velocidade relâmpago e o comboio deixou de ser a minha biblioteca ambulante. Assim sendo, creio que nestes primeiros tempos vou ter de gravar o rebuliço sonoro do comboio matutino para conseguir concentrar-me na leitura em casa.

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